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20 Fevereiro 2012
17 Fevereiro 2012
Rabiscos...
Os rabiscos de cima são daqueles desenhos que eu normalmente faço falando ao telefone. Os de baixo são um pouco -- bem pouco -- mais trabalhados.
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Rabiscos
15 Fevereiro 2012
14 Fevereiro 2012
Bobagens Diversas
Respeito a dor de todos e a tristeza alheia, mas tenho a obrigação de comentar o seguinte: Nunca gostei, aliás, jamais tolerei qualquer música da Whitney Hounston ou do Wando.
Do último, para ser sincero, eu até cantava uma certa música de vez em quando, mas em inglês e quando bêbado durante os Jogos Jurídicos da vida.
E só.
Xisto.
Do último, para ser sincero, eu até cantava uma certa música de vez em quando, mas em inglês e quando bêbado durante os Jogos Jurídicos da vida.
E só.
Xisto.
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Bobagens diversas
13 Fevereiro 2012
Bobagens Diversas
A saga Star Wars, ou ao menos o seu primeiro episódio, vai ser relançada nos cinemas, agora em versão 3D.
Como todo mundo neste planeta sabe, a franquia teve início com a estréia do fantástico e revolucionário "Guerra nas Estrelas", onde puderam ser vistas 2 ou 3 das cenas mais famosas da história do cinema. Depois veio "O Império Contra-Ataca", que na minha opinião foi o melhor de todos, e mais tarde o interessante "O Retorno de Jedi", que também na minha humilde opinião deveria ter sido o último.
Mais tarde, George Lucas relançou toda a série, meio que remasterizada, contendo cenas extras e alguns efeitos especiais bacanas que ele sempre quis incluir nas películas originais, mas que fora impedido de fazê-lo até então, dadas as limitações tecnológicas da época.
Com o surgimento dos efeitos digitais, o pai daquilo tudo lançou vários outros filmes dessa mesma série, narrando os fatos que antecederam os eventos dos três primeiros filmes. Dessa vez, usou e abusou dos efeitos especiais, de diálogos sofríveis e personagens insosos.
E agora, como mencionei no começo, vai fazer mais alguns relançamentos, sob o argumento de que serão diferentes por conta de alguns efeitos 3D.
O universo Star Wars é uma fonte inesgotável de dinheiro. Portanto, se a razão desses últimos lançamentos foi o lucro puro e simples, George Lucas está de parabéns.
O problema é que, existe a possibilidade da motivação dessas últimas novidades ser uma paixão descontrolada do diretor pela saga em questão. Problema porque, nesse caso, para mim está bastante claro que a devoção do tal moço já está passando dos limites do razoável.
Os últimos filmes lançados por George Lucas foram muito inferiores aos 3 primeiros, em todos os aspectos. Os roteiros são fracos, alguns atores muito ruins e boa parte dos novos personagens beira o insuportável. A tal da tecnologia digital, que prometia libertar a criatividade do diretor, foi usada em demasia, tornando as novas películas artificiais e com aspecto de video clipe de karaokê.
Tanto que, salvo engano, eu sequer consegui assistir ao último deles inteiro. Meus filhos, então, foram mais implacáveis; não passaram da metade de nenhum dos episódios lançados depois de "O Retorno de Jedi". E isso porque eu me esforcei muito para que eles ficassem ali comigo, na frente da TV.
Uma vez eu ouvi que as dissertações de mestrado não terminam nunca. Que na verdade chega-se num ponto em que o autor tem que simplesmente ter coragem de abandoná-la e enfrentar logo a banca examinadora. Caso contrário, ficará lapidando o seu trabalho eternamente, sem nunca conseguir seu título de mestre.
Matisse, parece, dizia o mesmo sobre os quadros. Com a diferença de que, para ele, a partir de determinado ponto, o artista estaria na verdade estragando a sua obra.
Acho que o mesmo acontece com as sagas cinematográficas.
Eu não tenho dúvidas de que George Lucas deve ter, todo santo dia, uma ou outra boa ideia que encaixaria muito bem no universo que ele criou. Mas é importante, pelo bem de Star Wars, que ele as deixe de lado, que deixe sua obra em paz, para que os novos lançamentos não agridam a memória daqueles três primeiros filmes que de fato mudaram a história do cinema.
A menos, óbvio, que o interesse seja financeiro. Nesse caso, esqueçam o que eu escrevi acima e desculpem pela minha ingenuidade.
Xisto.
Como todo mundo neste planeta sabe, a franquia teve início com a estréia do fantástico e revolucionário "Guerra nas Estrelas", onde puderam ser vistas 2 ou 3 das cenas mais famosas da história do cinema. Depois veio "O Império Contra-Ataca", que na minha opinião foi o melhor de todos, e mais tarde o interessante "O Retorno de Jedi", que também na minha humilde opinião deveria ter sido o último.
Mais tarde, George Lucas relançou toda a série, meio que remasterizada, contendo cenas extras e alguns efeitos especiais bacanas que ele sempre quis incluir nas películas originais, mas que fora impedido de fazê-lo até então, dadas as limitações tecnológicas da época.
Com o surgimento dos efeitos digitais, o pai daquilo tudo lançou vários outros filmes dessa mesma série, narrando os fatos que antecederam os eventos dos três primeiros filmes. Dessa vez, usou e abusou dos efeitos especiais, de diálogos sofríveis e personagens insosos.
E agora, como mencionei no começo, vai fazer mais alguns relançamentos, sob o argumento de que serão diferentes por conta de alguns efeitos 3D.
O universo Star Wars é uma fonte inesgotável de dinheiro. Portanto, se a razão desses últimos lançamentos foi o lucro puro e simples, George Lucas está de parabéns.
O problema é que, existe a possibilidade da motivação dessas últimas novidades ser uma paixão descontrolada do diretor pela saga em questão. Problema porque, nesse caso, para mim está bastante claro que a devoção do tal moço já está passando dos limites do razoável.
Os últimos filmes lançados por George Lucas foram muito inferiores aos 3 primeiros, em todos os aspectos. Os roteiros são fracos, alguns atores muito ruins e boa parte dos novos personagens beira o insuportável. A tal da tecnologia digital, que prometia libertar a criatividade do diretor, foi usada em demasia, tornando as novas películas artificiais e com aspecto de video clipe de karaokê.
Tanto que, salvo engano, eu sequer consegui assistir ao último deles inteiro. Meus filhos, então, foram mais implacáveis; não passaram da metade de nenhum dos episódios lançados depois de "O Retorno de Jedi". E isso porque eu me esforcei muito para que eles ficassem ali comigo, na frente da TV.
Uma vez eu ouvi que as dissertações de mestrado não terminam nunca. Que na verdade chega-se num ponto em que o autor tem que simplesmente ter coragem de abandoná-la e enfrentar logo a banca examinadora. Caso contrário, ficará lapidando o seu trabalho eternamente, sem nunca conseguir seu título de mestre.
Matisse, parece, dizia o mesmo sobre os quadros. Com a diferença de que, para ele, a partir de determinado ponto, o artista estaria na verdade estragando a sua obra.
Acho que o mesmo acontece com as sagas cinematográficas.
Eu não tenho dúvidas de que George Lucas deve ter, todo santo dia, uma ou outra boa ideia que encaixaria muito bem no universo que ele criou. Mas é importante, pelo bem de Star Wars, que ele as deixe de lado, que deixe sua obra em paz, para que os novos lançamentos não agridam a memória daqueles três primeiros filmes que de fato mudaram a história do cinema.
A menos, óbvio, que o interesse seja financeiro. Nesse caso, esqueçam o que eu escrevi acima e desculpem pela minha ingenuidade.
Xisto.
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10 Fevereiro 2012
04 Fevereiro 2012
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